Tecnologia DUAL pode equipar o Exército! Xmobots apresenta visão de mobilidade aérea autônoma para conectar regiões do interior
A empresa brasileira de tecnologia Xmobots apresentou o Xmobots Vision, uma visão de futuro para a mobilidade aérea baseada em plataformas autônomas capazes de transportar passageiros e cargas entre cidades e regiões do interior.
A proposta difere da maioria das iniciativas de “carros voadores”, que focam principalmente em deslocamentos urbanos curtos.
O programa da Xmobots busca resolver um problema estrutural presente em diversas regiões do mundo: a dificuldade de mobilidade entre cidades economicamente relevantes, mas separadas por grandes distâncias e infraestrutura terrestre limitada ou insegura.
A tecnologia em desenvolvimento prevê uma plataforma aérea autônoma capaz de realizar deslocamentos porta-a-porta de até 300 quilômetros com dois passageiros, operando a partir de áreas comuns como estacionamentos, sem necessidade de aeroportos ou vertiportos dedicados.
Segundo a empresa, a arquitetura tecnológica combina inteligência artificial embarcada, sistemas avançados de percepção e aviônicos redundantes para permitir operação segura sem piloto a bordo.
A tecnologia em desenvolvimento prevê uma plataforma aérea autônoma capaz de realizar deslocamentos porta-a-porta de até 300 quilômetros com dois passageiros, operando a partir de áreas comuns como estacionamentos, sem necessidade de aeroportos ou vertiportos dedicados.
Segundo a empresa, a arquitetura tecnológica combina inteligência artificial embarcada, sistemas avançados de percepção e aviônicos redundantes para permitir operação segura sem piloto a bordo.
Além do mercado civil, a tecnologia também possui aplicações no setor de defesa, por meio de uma versão da plataforma voltada a missões de inteligência, vigilância, logística e transporte de tropas.
De acordo com estimativas da companhia, as primeiras aplicações comerciais de mobilidade aérea autônoma regional devem surgir na próxima década.
De acordo com estimativas da companhia, as primeiras aplicações comerciais de mobilidade aérea autônoma regional devem surgir na próxima década.




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