Nos últimos meses, ganhou força na Itália o debate sobre a possível adoção do Leonardo M-346FA (Fighter Attack) pela Aeronautica Militare Italiana. Mais do que a introdução de uma nova aeronave, a discussão reflete um tema estratégico cada vez mais presente nas forças aéreas modernas: a necessidade de equilibrar plataformas altamente sofisticadas com soluções mais simples, sustentáveis e custo-efetivas. Hoje, a AMI opera uma frota de combate composta principalmente pelos caças Eurofighter Typhoon, pelos caças-bombardeiros Panavia Tornado e pelos caças de quinta geração Lockheed Martin F-35 Lightning II , que são produzidos na própria Itália. São aeronaves projetadas para cenários de combate de alta intensidade, equipadas com sensores avançados, grande capacidade de integração em rede e desempenho de ponta, sendo a espinha dorsal da OTAN no Mediterrâneo. Entretanto, empregar plataformas desse nível em toda a gama de missões operacionais pode se revelar ineficiente do pon...
No dia 4 de março, a fragata Amiral Ronarc’h , da Marinha francesa , atracou no porto civil de Belém. Primeira unidade da nova geração de fragatas FDI (Defesa e Intervenção), o navio está entre os mais modernos da frota francesa. Projetada para atuar em todo o espectro das operações navais contemporâneas, a embarcação integra tecnologias avançadas e uma arquitetura de combate de última geração. Com 122 metros de comprimento e cerca de 4.500 toneladas, a fragata pode realizar missões de defesa aérea, combate de superfície e guerra antissubmarino, além de operações de segurança marítima e cooperação internacional. A missão também inclui atividades de capacitação de marinheiros, fortalecendo a troca de conhecimentos e a cooperação no domínio marítimo.