O porta-aviões da classe Nimitz USS Nimitz (CVN 68) será enviado para participar da operação Southern Seas 2026, da 4ª Frota da Marinha americana, integrante do Comando Sul da Força Naval dos EUA. O Nimitz e o destróier de mísseis guiados da classe Arleigh Burke USS Gridley (DDG 101) estão programados para realizar exercícios de passagem e operações no mar com forças marítimas de países parceiros durante a navegação das embarcações no continente sul-americano. A Southern Seas 2026 contará com intercâmbios entre especialistas e oferecerá a oportunidade para autoridades convidadas de países parceiros acompanharem de perto as operações de um porta-aviões. Estão previstas atividades com Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai, além de escalas portuárias no Brasil, Chile, Panamá e Jamaica. “A operação Southern Seas 2026 oferece uma oportunidade única para aprimorar a interoperabilidade e a proficiência com as forças...
Os quarenta anos da recriação da Aviação do Exército Brasileiro representam um marco significativo de dedicação, inovação e serviço à Nação. Este período consolidou a Aviação como um braço alado indispensável à Força Terrestre, concretizando um sonho antigo e impulsionando a evolução de uma capacidade estratégica vital para a defesa e o desenvolvimento do Brasil. Celebra-se não apenas um aniversário, mas uma trajetória de sucesso e superação, que pavimentou o caminho para a excelência e modernidade. A história da Aviação Militar no Exército remonta a um período anterior ao seu nascimento no século XX, com pioneiros que desbravaram os céus em prol da defesa nacional. Um exemplo notável foi o emprego de balões cativos pelo Duque de Caxias em 1867, durante a Guerra da Tríplice Aliança, para observação das tropas inimigas, marcando o primeiro uso militar de meios aéreos na América Latina. Nesse contexto de pioneirismo, destacou-se o Tenente Juventino Fernandes da Fonseca, consid...