Atleta catarinense Juliano Marció relata como a prática do trap americano se tornou um momento de descompressão e autoconhecimento; com média de 98,5 acertos, ele tatuou uma espingarda CBC Khan para celebrar dez anos de trajetória esportiva. A busca pela precisão no tiro esportivo exige mais do que habilidade técnica. Concentração, controle da adrenalina e equilíbrio emocional fazem parte da rotina de quem pratica a modalidade. Para o empresário catarinense Juliano Marció, de 38 anos, o esporte também se tornou uma forma de se desconectar das pressões cotidianas e dedicar atenção plena a cada disparo. Há dez anos no trap americano, modalidade em que os atletas disparam contra pratos de argila lançados por uma máquina, ele mantém média de 98,5 acertos. Para eternizar essa trajetória, Juliano tatuou uma espingarda CBC Khan, equipamento que o acompanha nas competições. Tiro esportivo como momento de descompressão Juliano iniciou sua trajetória...
Júlio Shidara, presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB) “ Todo equipamento feito no exterior tem backdoor... Eles podem ser desabilitados ”. Com essa contundente afirmação de Alok Shankar Pandey, Júlio Shidara, presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), iniciou sua apresentação “Soberania Nacional x Ameaça de Kill Switches em Sistemas Estrangeiros”, no XXVIII SIGE - Simpósio de Aplicações Operacionais em Áreas de Defesa, realizado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de 29 de setembro a 1o de outubro deste ano. Pandey é coronel veterano do Exército indiano, especialista em Telecomunicações e Tecnologia da Informação (TI). Serviu por muitos anos no Corps of Signals, unidade de suporte ao combate daquela Força, responsável por comunicações seguras, TI, cibersegurança e guerra eletrônica e que constitui a espinha dorsal da Segurança Nacional da Índia. Negação de uso e cerceamento de informações que afetam a S...