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TAM registra melhor taxa de ocupação internacional de sua história

 
 
 
FOTO: ROBERTO CAIAFA (CNF - 2007)

 
 
 
Marca recorde de 86,2% contribuiu para o market share de 88% nas rotas para o exterior; companhia também segue líder no mercado doméstico,
com 40,9% de participação
 
 
 

São Paulo, 18 de agosto de 2011 –
 A TAM Linhas Aéreas alcançou taxa de ocupação de 86,2% em julho em seus voos internacionais, a melhor de sua história. O crescimento de 12,3% da demanda (RPK), combinado com o aumento de 9,7% da oferta (ASK), permitiu chegar à marca recorde, 2 pontos percentuais acima do load factor registrado no mesmo período de 2010. No segmento internacional operado por empresas aéreas brasileiras, a TAM se manteve na liderança, com market share de 88% no mês passado. Os dados foram divulgados hoje (18) pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Contribuiu para os resultados o voo extra operado diariamente pela companhia entre São Paulo e Orlando (EUA) durante a alta temporada, que se tornou regular a partir de 2 de agosto. Outro destaque no segmento internacional é o aumento do preço médio pago por passageiro, em dólares, por cada quilômetro voado (yield). Combinado com o aumento da taxa de ocupação, ele permitiu maximizar a receita unitária (RASK) da TAM, que adota a estratégia de buscar rentabilidade com equilíbrio entre as necessidades do mercado e a sustentabilidade dos negócios.
Na operação doméstica, incluindo os dados da Pantanal, a combinação entre o crescimento da demanda, de 13,7%, e o aumento da oferta, de 10,6%, resultou em taxa de ocupação de 73%. O resultado está 2 pontos percentuais acima do load factor registrado em julho de 2010. Com o desempenho, a TAM atingiu participação de mercado de 40,9% e continua a liderar no segmento nacional.

Em julho, houve redução do yield doméstico, por causa do volume de clientes que viajaram a lazer, com passagens adquiridas com antecedência e para voos fora dos horários de pico (off peak). O cenário reflete o sucesso do projeto de varejo da TAM, que estimula o passageiro sensível a preço a viajar em horários de baixa demanda, melhorando a ocupação média diária das aeronaves. Neste mês de agosto, a companhia já observa a recuperação do yield, em linha com a expectativa de aumento, no terceiro trimestre, de 5% no preço médio pago por quilômetro voado.

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