Atleta catarinense Juliano Marció relata como a prática do
trap americano se tornou um momento de descompressão e autoconhecimento; com
média de 98,5 acertos, ele tatuou uma espingarda CBC Khan para celebrar dez
anos de trajetória esportiva.
A busca pela precisão no tiro esportivo exige mais do que habilidade técnica. Concentração, controle da adrenalina e equilíbrio emocional fazem parte da rotina de quem pratica a modalidade.
Para o empresário catarinense Juliano Marció, de 38 anos, o esporte também se tornou uma forma de se desconectar das pressões cotidianas e dedicar atenção plena a cada disparo.
Há dez anos no trap americano, modalidade em que os atletas disparam contra pratos de argila lançados por uma máquina, ele mantém média de 98,5 acertos.
Para eternizar essa trajetória, Juliano tatuou uma espingarda CBC Khan, equipamento que o acompanha nas competições.
Tiro esportivo como momento de descompressão
Juliano iniciou sua trajetória no tiro esportivo em 2016, sem a pretensão inicial de conquistar medalhas. Seu primeiro grande desafio era acertar 25 pratos consecutivos sem cometer erros técnicos.
Com a prática e o
treinamento contínuo, seu desempenho evoluiu ao longo das temporadas, levando-o
a conquistar resultados expressivos em competições, entre elas os Jogos Abertos
de Santa Catarina (JASC).
Além dos resultados, o atleta destaca o impacto que a modalidade tem em sua rotina. Empresário e dirigente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Xanxerê (SC), ele encontra nos treinos uma oportunidade de interromper o ritmo intenso dos compromissos profissionais e concentrar-se exclusivamente na atividade esportiva.
“Esse valioso momento de descompressão permite o controle da adrenalina por meio de eficientes técnicas respiratórias específicas”, relata Marció.
Segundo ele, ao entrar na linha de tiro, consegue deixar os problemas cotidianos em segundo plano e direcionar sua atenção aos pratos lançados.
A experiência acumulada na gestão empresarial também contribui, em sua avaliação, para a concentração e a tomada de decisões nos momentos decisivos das competições.
O manuseio seguro do equipamento exige responsabilidade, atenção permanente e domínio das próprias reações. No trap americano, em que os pratos são lançados em diferentes direções, a precisão depende da combinação entre técnica, concentração e controle emocional.
História eternizada na pele
A decisão de tatuar uma espingarda surgiu do desejo de registrar uma trajetória que superou as expectativas iniciais do atleta.
Em
parceria com uma tatuadora de confiança, Marció desenvolveu um projeto visual
para representar as conquistas, os desafios e as memórias acumuladas ao longo
de dez anos no esporte.
A espingarda CBC Khan, presente em sua trajetória competitiva, foi escolhida como elemento central da tatuagem.
Mais do que uma referência ao equipamento, a imagem representa, para o atleta, sua dedicação ao tiro esportivo e a evolução alcançada ao longo dos anos.
Marció pretende continuar competindo com a mesma espingarda enquanto ela atende às suas necessidades esportivas.
A manutenção do desempenho, segundo ele, exige treinamento constante e dedicação para preservar a regularidade dos resultados.
“Manter a excelência técnica e a incrível média superior a 98 pontos cobra constante dedicação extrema pelas temporadas”, reconhece.
O atleta também manifesta o desejo de ampliar sua trajetória no esporte com o apoio institucional da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições e referência mundial no setor.



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