Cascavel NG testa novo computador balístico nacional com execução de tiro real: Dados obtidos serão utilizados no desenvolvimento do novo sistema de controle de tiro.
No período de 2 a 6 de fevereiro de 2026, o Projeto de Modernização da VBR EE-9 Cascavel, gerenciado pela Diretoria de Fabricação (DF) e conduzido em parceria com o Consórcio Força Terrestre, deu mais um passo no processo de desenvolvimento da Viatura Blindada de Reconhecimento Cascavel Nova Geração (VBR Cascavel NG).
Dentre as atividades que foram executadas no Centro de Avaliações do Exército (CAEx) naquele período, destacam-se: instrução sobre o processo de colimação da VBR Cascavel NG e realização de testes de engenharia do computador balístico em desenvolvimento, com a execução de tiros reais em distância predefinida.
As atividades contaram com a participação do Escritório de Projetos do Exército (EPEx) e do Centro de Instruções de Blindados (CI Bld), permitindo a avaliação da incorporação das necessidades do usuário final no processo de desenvolvimento da viatura, fundamental para evitar retrabalhos e otimizar o cronograma do projeto.
Na ocasião, os militares do CI Bld executaram o processo de colimação, exercitaram a motricidade associada à operação da torre modernizada e realizaram os disparos programados para a semana, com cálculo balístico realizado pelo computador de tiro incorporado ao novo SMEM.
Houve também sessões de discussões técnicas e operacionais junto aos representantes do Consórcio Terrestre, com participação de militares da DF e do CAEx, de modo a coletar as impressões sobre o estado atual do sistema e transmitir aquelas necessidades para a empresa.
Os resultados obtidos indicaram robustez dos sistemas optrônicos integrados à viatura, além de um estágio de maturidade relevante do processamento dos parâmetros que afetam a precisão do armamento principal.
Os dados de engenharia obtidos servirão para o aperfeiçoamento do sistema de tiro que está em desenvolvimento. A atividade reforça o compromisso do Exército Brasileiro com a modernização e a evolução contínua dos meios da Força Terrestre, contribuindo para o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa.




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